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segunda-feira, 20 de junho de 2016

 O JOGO DA DÉCADA




Acompanho NBA desde 1993 e nunca tinha visto um jogo como o de ontem, que final mara vilhosa nos proporcionaram Warriors e Cavs, perdendo a série por 3 a 1 os Cavaliers fizeram o que muitos (eu sou um deles) diziam ser quase que impossível virar para 4 a 3 e se sagrar campeão desta que foi uma das melhores temporadas na história do melhor basquete do mundo. Kyrie Irving, JR Smith, Kevin Love e KING James silenciaram a Oracle Arena em Okhland ofuscando as atuações abaixo do esperadode Stephen Curry e Klay Thompson, ao contrário de Draymond Green que fez o seu melhor jogo na carreira. Tivemos ao todo mais de 20 trocas na liderança e no fim o time que bateu o recorde na temporada regular dos BULLS de 95 (72v/10d) caiu sobre uma equipe aguerrida e que nunca deixou de lutar pelo sonho de fazer a cidade de Cleveland voltar a ser campeã depois de 64 anos. Parabéns Cavs, oque vocês conquistaram na noite de 19/06/2016 jamais será esquecido e já está na história do basquete americano e mundial. Que venha a próxima temporada!!!

quinta-feira, 2 de junho de 2016

ESTÁ VALENDO!!!!!!!!

Hoje tem início a final da NBA temporada 2015/2016, com os mesmos finalistas da temporada passada os WARRIORS de Stephen Curry MVP da temporada atual, contra os CAVS de Lebron James que chega para disputar as finais pela sétima vez seguida. No ano passado vitória dos Warriors por 4 a 2 , e esse ano a história irá se repetir ou King James dará o inédito título ao  CLEVELAND CAVALIERS?

Prepare a pipoca e a cerveja ou se preferir o refrigerante e aprecie os jogos.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Prefeitura corta transporte escolar para deficientes


                                         
Medida prejudicaria crianças deficientes Foto: Tiago Pereira

Desde a criação do TEG (Transporte Escolar Gratuito) em 2003, muitos estudantes de ensino primário e fundamento de escolas públicas que residiam distantes de onde estudam passaram a se beneficiarem.  O programa estava sendo a ponte entre o aluno e a escola encurtando a distancia na busca do conhecimento.

 Muitos participantes do programa possuem algum tipo de deficiência. Segundo Paulo Lopes condutor de veiculo do programa, trabalha no transporte de deficientes. No atendimento os veículos do TEG “pegam as crianças em suas casas e às levam à escola, e depois as levam pra casa de volta”, afirmou.


Redução dos assentos


No mês de março a prefeitura de São Paulo ordenou que os espaços reservados para deficientes físicos fossem reduzido nos veículos do programa. Devido às reduções dos assentos, crianças que precisam usar cadeira de rodas passaram a faltar às aulas.

A quantidade de assentos reservados passou a ser de dois no período da manhã e dois no período tarde. Perguntado por repórter da Folha de São Paulo, Jorge Formiga Salgado Diretor Regional da Associação de Transporte Escolar de São Paulo (Artesul), disse que se transportava até cinco crianças com deficiência. A estimativa é que pelo menos 300 crianças estivessem na época sem frequentar a escola. Sem opção mães estiveram que deixar seus filhos em casa.

Resposta da prefeitura

Em resposta a Prefeitura disse que a situação se normalizaria em 15 dias.  E indicou aos pais que procurassem nas escolas a Direção, “elas estão orientadas como proceder na adaptação do processo”, disse em nota.

A Administração disse que a Prefeitura não recuaria na mudança de organizar o TEG, “a Prefeitura não vai fazer contrato de emergência”, afirmou em nota dizendo que tem o apoio do TCU (Tribunal de Contas da União). Tentamos falar com o Diretor da Cooper X (Cooperativa de Transportes Escolares do Estado de São Paulo) Sadi George Filho, responsável pela região de Guaianase, para esclarecer se houve a  normalização do atendimento do TEG. Em conversa com o Diretor  esclareceu que houve sim normalização no atendimento. "Demorou quase 30 dias para normalizar o atendimento", falou o Diretor em entrevista. O Sadi ressaltou ainda o de importância do TEG pra população, principalmente para famílias de baixa renda e para deficientes que têm total direito ao benefício, além de dar serviço também para os condutores.




terça-feira, 17 de maio de 2016

Termina crise hídrica na capital paulista



Água nas torneiras paulistas Foto: Renato Baroni

A cidade de São Paulo, como boa parte do país sofreu com o problema da crise hídrica nos últimos anos. O reservatório Cantareira em 2015 chegou a funcionar com 5% (contando com duas porções do volume morto) isso ocorreu devido à falta de chuva nos meses de abril, maio e junho, acarretando em sérios problemas para a população.

Pela primeira vez, em 18 meses, o sistema não depende mais do volume morto, a situação, contudo, é muito delicada. O aumento de chuvas por si só não é uma garantia de que o sistema encherá, mas na visão tanto do governo estadual quanto da Sabesp empresa responsável pelo abastecimento na capital à crise hídrica chegou ao fim.

Para o Governo do estado de São Paulo a falta de água já está superada, na opinião do governador os sistemas de águas subiram, de 6% para 40% no último mês. Hoje, o nível do Sistema Cantareira está com 65,4%.

Lúcia Moreira, superintendente de infraestrutura da sabesp cita o programa de incentivo à redução do consumo de água. “Esse programa  funciona da seguinte maneira, um morador economiza no mês entre 10 e 15% no seu consumo de água, na próxima conta que virá para ele pagar o contribuinte ganharia um desconto de 10 ou mais por cento do valor a ser pago”.

Para muitos moradores de Guaianazes, como a Pamela Larissa, a falta de água persiste e ocorre em horários diferentes. “Dificulta muito a nossa vida. O “fim da crise hídrica” ainda não chegou e a qualidade da água também não está boa. Conheço pessoas que, após consumirem essa água, precisaram ser socorridas e levadas ao hospital”, disse.

A assessoria de imprensa da Sabesp garante que a água do Estado tem qualidade aprovada e que havendo alguma anormalidade um novo processo de tratamento é realizado. A empresa também informa que a crise hídrica encerrou e que é importante a conscientização da população, para que o racionamento continue sendo realizado, a fim de o Estado conseguir reverter totalmente o quadro. De acordo com a instituição, o racionamento é importante para que futuras gerações não sofram com esse problema, que ainda afeta milhões de pessoas na Capital.

Renato  Baroni


Comerciantes temem dia das mães após páscoa "magra"


Presentes para as mães dividem espaço com os chocolates encalhados da Páscoa Foto: Eduardo Cardoso

Com a crise financeira presente na vida dos brasileiros, ficou mais difícil consumir como antes. Por isso, a páscoa deste ano foi dolorosa para os clientes. Segundo a Associação Paulista de Supermercados (Apas), houve aumento de 16% no preço dos ovos de páscoa, em relação ao mesmo período do ano passado.

As principais razões para essa mudança drástica são a alta do dólar, do açúcar, da tarifa de energia elétrica e dos combustíveis. Uma pesquisa da Fundação de Proteção e defesa do Consumidor (Procon) revela variação de 53,5% nos valores dos produtos, entre uma loja e outra. Os comerciantes temem a chegada do dia das mães, já que a economia brasileira patina na atual instabilidade financeira.

De acordo com o economista Hamilton Cruz Neves Júnior a páscoa foi um fracasso para os comerciantes, porém, mesmo diante da crise, a estimativa é que a população consuma mais no próximo dia das mães. “O povo brasileiro é muito emotivo, por isso, mesmo na crise irão fazer um sacrifício para conseguirem comprar o presente do dia das mães. Para os lojistas, isso dará um pequeno e enganoso alívio, já que a economia como um todo e o consumo no dia das mães será compensado com um gasto menor em outras épocas do ano, como foi na páscoa”, explicou.

O Brasil é o terceiro país que mais consome e produz chocolates no mundo, pois perde apenas para os Estados Unidos e Alemanha. O consumo per capita é de 2,5 kg/ano. Mesmo assim, as vendas caíram 3,4 % em relação a 2015, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Para o gerente comercial de uma rede de supermercados Márcio José Dias a crise também abalou outros setores da empresa. “Além dessa queda na venda dos ovos de páscoa, tivemos perda de 22% nas vendas de bacalhau. Alguns consumidores de determinadas marcas migraram para produtos similares, porque são mais baratos, por isso, o dia das mães preocupa”, disse.



Eduardo Cardoso


Exposição que retrata a vila do “Chaves” continua no Memorial SP

 Fãs podem recriar momentos mágicos dos personagens  Foto: Gisele Antunes
Foi estendida a exposição Vila do Chaves, inspirada no seriado criado pelo saudoso Roberto Gómez Bolanos, retrata uma Vila com ar predominantemente bondoso e alegre, no qual os personagens vivem eternas competições harmônicas, o cenário tem uma magia que até os dias atuais levam os
visitantes, independentemente da idade, a enorme emoção.

O cenário construído para mostrar a vila, é tão verdadeiro que temos a pura sensação de como
é estar dentro da vila do chaves, para quem acompanha o seriado, é possível conferir que a
exposição mostra desde o barril do Chaves, até o muro em que o Kiko se consagrou com o seu
"chororô", tem a fachada da casa da amada Dona Florinda, a sala/cozinha do adorado seu Madruga, e a da casa da temida Sra Clotilde mais conhecida como a Bruxa do Setenta e Um, e alguns brinquedos no pátio também complementam a exposição.
Visitar a Vila do Chaves é programa para a família Foto: Gisele Antunes
Para os fãs é o momento perfeito para eternizar parte do seriado com fotos e vídeos da “vila
do chaves” os visitantes que já estiveram no local, tiveram a oportunidade de registrar este
momento tão especial e único, coisa que só os fãs sabem como é, pois dentre os objetos
expostos, é impossível não tirar uma foto dentro do baril do chaves, ou ao lado dos troféus do
seu Madruga.

Esta exposição, nos leva a uma única certeza de que, o espetáculo traduz um humor muito
bem feito sem o menor grau de apelação, transmitindo através da brincadeira e inocência, é
um atrativo para o público que feito com o coração repleto de amor, é isto que diz o Sr João
Jorge Faria Filho, advogado. “É a primeira vez que eu consigo entrar, e o que eu me lembrei foi
da televisão, quando eu assistia o chaves já com meus 3- 4 anos de idade, e desde então não
parei de assistir, hoje com meus 33 anos, percebo que o humor mostrado no chaves, é uma
coisa inocente e ingênua, são 30 anos assistindo o programa, e esta exposição me fez sentir
dentro da vila. Ele cita a diferença do seriado em relação a outros desenhos e seriados, diz que
“ hoje em dia é difícil se fazer humor sem ser apelativo, e o chaves consegue fazer humor para
adulto sem apelar, e para acriança tem esta história de ingenuidade, as brincadeiras, e eu acredito que acrescenta muito mais o seriado 'Chaves' na vida das crianças do que outros desenhos e seriados que a gente vê hoje em dia para as crianças. Fez uma observação “a casa da dona Florinda deveria estar aberta”, finaliza dizendo que foi basicamente o que ele esperava “muito bom”.

Até a cidade de João Pessoa na Paraíba foi representada por fãs do seriado “chaves” conversamos com Felipe Cavalcanti Dutra, corretor de imóveis, ele marcou presença na vila, conta que através de sites eu ficou sabendo da exposição, “eu vim para São Paulo e fui pesquisar o que tinha na cidade”. Depois de ver a exposição ele diz “ o chaves até hoje é um personagem muito presente na vida de todas as crianças, fez parte de várias gerações e permanece fazendo este sucesso até hoje, porque para um personagem que já faz muitos anos que deixou de gravar, e ainda hoje arrasta multidões”.

O cenário da “vila” segue em cartaz no Memorial da América Latina até o dia 19 de junho de 2016, estudantes pagam meia entrada, e o local permite fácil acesso para quem utiliza transporte público.

Para mais informações entre em contato pela  página do Memorial da América Latina no Facebook
ou pelo telefone 11 3823-4600.

Gisele Antunes

Japão relembra cinco anos do Tsunami


Foto mostra a chegada do tsunami em Iwanuma, no norte do Japão Foto: Kyodo News


Tsunami varrendo a costa japonesa

Passados cinco anos de um forte terremoto de magnitude 11,9°, que atingiu a costa nordeste do Japão. Este foi o sétimo maior terremoto da história do país que deixou, segundo as autoridades locais, mais de 19 mil mortos e desaparecidos.

Cinco anos após o desastre, nossa equipe conversou e resgatou algumas lembranças deste triste dia com o correspondente da Rede Record, André Tal, que estava gravando uma reportagem sobre culinária na região, quando o Tsunami começou. “Bom no dia do terremoto eu estava fazendo uma reportagem dentro de um Shopping em Tóquio, uma reportagem totalmente diferente sobre uma loja de frutas. Estava começando a gravar quando o prédio começou a tremer. Eu nunca tinha passado por um terremoto na minha vida e aquele era um dos maiores terremotos da história do Japão, então claro que eu estava muito assustado e não entendia muito o que aconteceu e as pessoas começaram a correr e eu tinha que continuar trabalhando e como estava com a câmera ligada, comecei a narrar o que estava acontecendo. Liguei para minha mulher para saber se ela estava bem e a ligação caiu. Deste momento em diante foram quase 3 semanas trabalhando sem dormir”

O Tsunami teve um grau tão elevado, que o centro de alerta de tsunamis do pacífico, emitiu um alerta para vários países na costa do oceano atlântico, avisando a possibilidade das gigantescas ondas. Porem segundo André relata, os constantes avisos de tsunami trouxeram problemas a população. “então, as autoridades japonesas emitiram um alerta de tsunami depois do terremoto, pois não tem como emitir alerta antes do terremoto, é difícil prever quando o terremoto vai acontecer, porem a possibilidade de tsunami foi detectada e o alerta foi emitido. As autoridades sempre emitem o alerta de tsunami mesmo que o risco de o tsunami acontecer seja pequeno e como muitas vezes as autoridades emitiam alertas de tsunami e o mesmo não acontecia, muitas pessoas não acreditavam que iriam chegar ondas gigantes, por isso, muitas morreram, elas não fugiram a tempo, elas continuaram na região de costa e ai foram surpreendidas quando as ondas enormes atingiram a região”

Para quem reside no Japão, esse tipo de acontecimento é comum, mas segundo o professor Emerson Oliveira, que estava no pais no momento do fato e mora no país há mais de 20 anos e concedeu entrevista a nossa equipe, além de comum, esse foi um dos mais fortes que ele já presenciou. “Eu tava, inclusive eu moro em uma região um pouco afastada de onde teve o tsunami, mas aqui deu para sentir o terremoto bem

forte, não tanto quanto lá claro, mas aqui foi praticamente igual. Eu achei que fosse um terremoto comum, mas dessa vez tinha sido muito forte, eu achei estranho, mas procurei levar numa boa por que isso é corriqueiro, sempre dá”.

Mas esse, infelizmente não foi assim e Alexandre apenas percebeu a gravidade quando viu as imagens pela televisão “logo depois começa a passar na televisão e o alerta de tsunami e tudo virou uma novela na televisão e a televisão mostra todo aquele grave acontecimento que vocês acompanharam.

Passados os primeiros dias do forte terremoto, as autoridades locais iniciaram os trabalhos necessários e informam que gastaram uma alta quantia, na casa dos bilhões de dólares, para prestar apoio as pessoas e comunidades atingidas, efetuar trabalhos relacionados à elevação de blocos de terra para proteger as pessoas e as construções de futuros tsunamis, limpar a área por conta da radiação e realizar um plano imediato de habitação para os desabrigados.

E passados cinco anos deste terrível acontecimento, na madrugada do dia 16 de março, um terremoto de magnitude 7,3° atingiu novamente o Japão, deixando mais de quarenta mortos. E a vida continua de forma “comum” no Japão.

André Calvi